🌞 Bom dia, Montes Altos
Há poucas terras no Baixo Alentejo com uma história recente tão rica. No início dos anos 90, Montes Altos tinha apenas 11 habitantes permanentes e parecia condenada ao desaparecimento. Em 1993 nasceu o Centro Social de Montes Altos e começou uma experiência de organização comunitária que mudou o destino da povoação.
Chegaram alguns novos moradores, foram criadas respostas sociais e empresas de inserção e a população cresceu. O projeto tornou-se um exemplo estudado de como uma pequena comunidade pode contrariar o despovoamento através da iniciativa local e da capacidade de se organizar.
Montes Altos é, por isso, mais do que uma pequena terra de Mértola. É também uma história de comunidade que decidiu não desaparecer.
Quem conhece Montes Altos e que histórias os nossos leitores guardam deste lugar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há poucas terras no Baixo Alentejo com uma história recente tão rica. No início dos anos 90, Montes Altos tinha apenas 11 habitantes permanentes e parecia condenada ao desaparecimento. Em 1993 nasceu o Centro Social de Montes Altos e começou uma experiência de organização comunitária que mudou o destino da povoação.
Chegaram alguns novos moradores, foram criadas respostas sociais e empresas de inserção e a população cresceu. O projeto tornou-se um exemplo estudado de como uma pequena comunidade pode contrariar o despovoamento através da iniciativa local e da capacidade de se organizar.
Montes Altos é, por isso, mais do que uma pequena terra de Mértola. É também uma história de comunidade que decidiu não desaparecer.
Quem conhece Montes Altos e que histórias os nossos leitores guardam deste lugar?
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🌞 Bom dia, Santa Clara-a-Nova
À porta da aldeia está uma história com cerca de 2500 anos. As Mesas do Castelinho foram fundadas no final do século V a.C., tiveram ocupação romana e, séculos depois, voltaram a ser habitadas durante o período islâmico, quando ali existiu uma fortificação omíada.
Mas Santa Clara-a-Nova também tem histórias mais recentes. Durante séculos, a vida fez-se da agricultura, pecuária e cortiça e, no século XX, muitos partiram em busca de melhores condições. Em 2025, depois de doze anos integrada numa união de freguesias, Santa Clara-a-Nova recuperou novamente a sua autonomia administrativa.
Uma terra entre a planície e a serra, onde milhares de anos de história continuam à vista de quem quiser procurar.
Quem é de Santa Clara-a-Nova e que história desta terra tem, que nos possa contar?
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À porta da aldeia está uma história com cerca de 2500 anos. As Mesas do Castelinho foram fundadas no final do século V a.C., tiveram ocupação romana e, séculos depois, voltaram a ser habitadas durante o período islâmico, quando ali existiu uma fortificação omíada.
Mas Santa Clara-a-Nova também tem histórias mais recentes. Durante séculos, a vida fez-se da agricultura, pecuária e cortiça e, no século XX, muitos partiram em busca de melhores condições. Em 2025, depois de doze anos integrada numa união de freguesias, Santa Clara-a-Nova recuperou novamente a sua autonomia administrativa.
Uma terra entre a planície e a serra, onde milhares de anos de história continuam à vista de quem quiser procurar.
Quem é de Santa Clara-a-Nova e que história desta terra tem, que nos possa contar?
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🌞 Bom dia, São Sebastião dos Carros
Antes da pequena povoação que hoje conhecemos, já aqui existiam comunidades, pois nas proximidades foram encontrados vestígios de uma grande povoação com ocupação romana, paleocristã e islâmica, além da fortificação romana de Papa Leite, construída provavelmente no século I a.C. e mais tarde utilizada como villa rural.
A própria terra teve uma história administrativa autónoma até à reorganização de 2013, quando passou a integrar a União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros. No século XX, viu chegar a eletricidade e enfrentou o despovoamento que marcou grande parte do interior.
Quem conhece São Sebastião dos Carros ou já ouviu falar do antigo povoado de Papa Leite?
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Antes da pequena povoação que hoje conhecemos, já aqui existiam comunidades, pois nas proximidades foram encontrados vestígios de uma grande povoação com ocupação romana, paleocristã e islâmica, além da fortificação romana de Papa Leite, construída provavelmente no século I a.C. e mais tarde utilizada como villa rural.
A própria terra teve uma história administrativa autónoma até à reorganização de 2013, quando passou a integrar a União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros. No século XX, viu chegar a eletricidade e enfrentou o despovoamento que marcou grande parte do interior.
Quem conhece São Sebastião dos Carros ou já ouviu falar do antigo povoado de Papa Leite?
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🌞 Bom dia, Sobral da Adiça
O nome conta uma parte da história: “Sobral” estará ligado ao latim suberale, terra de sobreiros, enquanto “Adiça” é tradicionalmente associado ao árabe e à ideia de mina de ouro. E não é uma associação de lenda, esta serra guarda antigas explorações mineiras e uma história que remonta a tempos muito anteriores a Portugal.
Em 1930, a descoberta do Tesouro do Álamo, um conjunto de cinco peças de ouro da época pré-romana, veio confirmar a riqueza arqueológica deste território.
Hoje, Sobral da Adiça continua ligado à agricultura, à olivicultura, à pecuária e a antigos ofícios. Uma terra entre a serra e os rios Ardila e Guadiana, onde o ouro não está apenas nas histórias antigas, mas também no património que ficou.
Quem conhece Sobral da Adiça e já ouviu contar a história do Tesouro do Álamo?
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O nome conta uma parte da história: “Sobral” estará ligado ao latim suberale, terra de sobreiros, enquanto “Adiça” é tradicionalmente associado ao árabe e à ideia de mina de ouro. E não é uma associação de lenda, esta serra guarda antigas explorações mineiras e uma história que remonta a tempos muito anteriores a Portugal.
Em 1930, a descoberta do Tesouro do Álamo, um conjunto de cinco peças de ouro da época pré-romana, veio confirmar a riqueza arqueológica deste território.
Hoje, Sobral da Adiça continua ligado à agricultura, à olivicultura, à pecuária e a antigos ofícios. Uma terra entre a serra e os rios Ardila e Guadiana, onde o ouro não está apenas nas histórias antigas, mas também no património que ficou.
Quem conhece Sobral da Adiça e já ouviu contar a história do Tesouro do Álamo?
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🌞 Bom dia, Fornalhas Novas
No interior norte de Odemira, Fornalhas Novas é um dos lugares rurais da freguesia de Bicos, numa paisagem onde a agricultura e a floresta se encontram e onde o montado, os campos e as explorações agrícolas continuam a definir o território.
É também uma terra de produção: por aqui encontramos agricultura, olival, viticultura, criação animal e atividades florestais, numa zona que mantém uma forte relação com a terra.
Quem conhece Fornalhas Novas e as suas histórias?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
No interior norte de Odemira, Fornalhas Novas é um dos lugares rurais da freguesia de Bicos, numa paisagem onde a agricultura e a floresta se encontram e onde o montado, os campos e as explorações agrícolas continuam a definir o território.
É também uma terra de produção: por aqui encontramos agricultura, olival, viticultura, criação animal e atividades florestais, numa zona que mantém uma forte relação com a terra.
Quem conhece Fornalhas Novas e as suas histórias?
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🌞 Bom dia, Bicada
No limite da freguesia de Espírito Santo, Bicada é um lugar onde a escala da terra não impede a vontade de fazer comunidade. Com cerca de 30 habitantes, mantém-se ligada à agricultura e à paisagem rural que caracteriza esta margem do grande território de Mértola.
E há aqui uma marca que merece ser valorizada: a Associação de Moradores e Amigos de Bicada, exemplo dessa capacidade tão própria dos pequenos lugares de se organizarem para manter viva a terra, criar momentos de encontro e cuidar do lugar onde vivem.
Quem conhece Bicada e sabe da amizade pela terra?
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No limite da freguesia de Espírito Santo, Bicada é um lugar onde a escala da terra não impede a vontade de fazer comunidade. Com cerca de 30 habitantes, mantém-se ligada à agricultura e à paisagem rural que caracteriza esta margem do grande território de Mértola.
E há aqui uma marca que merece ser valorizada: a Associação de Moradores e Amigos de Bicada, exemplo dessa capacidade tão própria dos pequenos lugares de se organizarem para manter viva a terra, criar momentos de encontro e cuidar do lugar onde vivem.
Quem conhece Bicada e sabe da amizade pela terra?
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🌞 Bom dia, Álvares
No centro do enorme território de Mértola, Álvares é uma pequena terra de cerca de meia centena de habitantes, encaixada numa paisagem de serra e montado e próxima da ribeira de Oeiras.
A própria serra junto a Álvares chega aos 310 metros de altitude, ajudando a desenhar uma paisagem que, neste concelho, marca a transição entre os campos abertos e o relevo mais acidentado do sul. E por aqui passa também a Grande Rota do Guadiana, aproximando esta pequena comunidade dos grandes caminhos pedestres que atravessam o território.
Quem conhece Álvares e sabe as histórias desta pequena terra?
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No centro do enorme território de Mértola, Álvares é uma pequena terra de cerca de meia centena de habitantes, encaixada numa paisagem de serra e montado e próxima da ribeira de Oeiras.
A própria serra junto a Álvares chega aos 310 metros de altitude, ajudando a desenhar uma paisagem que, neste concelho, marca a transição entre os campos abertos e o relevo mais acidentado do sul. E por aqui passa também a Grande Rota do Guadiana, aproximando esta pequena comunidade dos grandes caminhos pedestres que atravessam o território.
Quem conhece Álvares e sabe as histórias desta pequena terra?
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🌞 Bom dia, Bringelinho
Junto a Santa Bárbara dos Padrões, Bringelinho é uma pequena povoação de casas baixas e brancas, em plena paisagem do Campo Branco. A terra rural perdeu população ao longo das últimas décadas, mas conserva uma identidade muito própria.
Hoje, a agricultura e a pastorícia continuam a fazer parte da paisagem, enquanto a proximidade da Mina de Neves-Corvo trouxe uma nova dimensão económica a toda esta freguesia. Beringelinho surge, aliás, mesmo dentro da área envolvente da exploração mineira.
Quem conhece Bringelinho e ainda guarda memória dos tempos em que havia muito mais gente pelas suas ruas?
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Junto a Santa Bárbara dos Padrões, Bringelinho é uma pequena povoação de casas baixas e brancas, em plena paisagem do Campo Branco. A terra rural perdeu população ao longo das últimas décadas, mas conserva uma identidade muito própria.
Hoje, a agricultura e a pastorícia continuam a fazer parte da paisagem, enquanto a proximidade da Mina de Neves-Corvo trouxe uma nova dimensão económica a toda esta freguesia. Beringelinho surge, aliás, mesmo dentro da área envolvente da exploração mineira.
Quem conhece Bringelinho e ainda guarda memória dos tempos em que havia muito mais gente pelas suas ruas?
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🌞 Bom dia, Beja
Capital do Baixo Alentejo, Beja é cidade de muitas camadas: romana, islâmica, medieval e contemporânea. Foi Pax Julia para os Romanos e foi também a cidade de onde saiu uma das figuras maiores da história portuguesa, D. Manuel I, que antes de ser rei foi duque de Beja.
E há uma outra Beja, mais íntima, a da janela de Mariana Alcoforado, no antigo Convento da Conceição, onde a tradição colocou a freira que ficou associada às célebres Cartas Portuguesas. Uma história que há séculos continua a alimentar a imaginação muito para lá da cidade.
Hoje, Beja mantém a sua vocação de centro cultural, económico e de serviços, afirmando-se como uma das grandes centralidades do sul.
Quem conhece Beja e ainda encontra uma história nova cada vez que percorre as suas ruas?
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Capital do Baixo Alentejo, Beja é cidade de muitas camadas: romana, islâmica, medieval e contemporânea. Foi Pax Julia para os Romanos e foi também a cidade de onde saiu uma das figuras maiores da história portuguesa, D. Manuel I, que antes de ser rei foi duque de Beja.
E há uma outra Beja, mais íntima, a da janela de Mariana Alcoforado, no antigo Convento da Conceição, onde a tradição colocou a freira que ficou associada às célebres Cartas Portuguesas. Uma história que há séculos continua a alimentar a imaginação muito para lá da cidade.
Hoje, Beja mantém a sua vocação de centro cultural, económico e de serviços, afirmando-se como uma das grandes centralidades do sul.
Quem conhece Beja e ainda encontra uma história nova cada vez que percorre as suas ruas?
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🌞 Bom dia, Telhada
Entre Santa Cruz e a serra, Telhada é uma pequena terra do interior de Almodôvar, com cerca de 60 habitantes, onde a escala humana ainda se sente na paisagem e na vida quotidiana.
É também um daqueles lugares onde o território vale tanto pelo que mostra como pelo que esconde: campos, montes, caminhos e uma ruralidade que continua a aproximar as pessoas da terra, mesmo as que saíram para outras partidas.
Quem conhece Telhada e sabe que histórias se escondem por detrás deste pequeno lugar?
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Entre Santa Cruz e a serra, Telhada é uma pequena terra do interior de Almodôvar, com cerca de 60 habitantes, onde a escala humana ainda se sente na paisagem e na vida quotidiana.
É também um daqueles lugares onde o território vale tanto pelo que mostra como pelo que esconde: campos, montes, caminhos e uma ruralidade que continua a aproximar as pessoas da terra, mesmo as que saíram para outras partidas.
Quem conhece Telhada e sabe que histórias se escondem por detrás deste pequeno lugar?
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🌞 Bom dia, Mina de São Domingos~
Há lugares que não se conseguem separar da sua história. A Mina de São Domingos é um deles. Durante décadas, o minério vincou a paisagem, o trabalho e a própria comunidade, criando uma terra industrial no coração do interior alentejano.
A exploração chegou a ter uma ligação ferroviária própria ao Pomarão, onde o minério seguia depois pelo Guadiana. O porto fluvial do Pomarão foi inaugurado em 1859, e a ferrovia tornou-se uma das primeiras linhas privadas do país, construída para servir a exploração mineira.
Hoje, a antiga área mineira convive com uma nova relação com a água: a Praia Fluvial da Tapada Grande, que nas últimas décadas transformou a paisagem e trouxe visitantes a esta terra. Mas por baixo dessa nova vida permanece uma comunidade com uma identidade muito própria, feita de trabalho, resistência e memória mineira.
Quem conhece a Mina de São Domingos?
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Há lugares que não se conseguem separar da sua história. A Mina de São Domingos é um deles. Durante décadas, o minério vincou a paisagem, o trabalho e a própria comunidade, criando uma terra industrial no coração do interior alentejano.
A exploração chegou a ter uma ligação ferroviária própria ao Pomarão, onde o minério seguia depois pelo Guadiana. O porto fluvial do Pomarão foi inaugurado em 1859, e a ferrovia tornou-se uma das primeiras linhas privadas do país, construída para servir a exploração mineira.
Hoje, a antiga área mineira convive com uma nova relação com a água: a Praia Fluvial da Tapada Grande, que nas últimas décadas transformou a paisagem e trouxe visitantes a esta terra. Mas por baixo dessa nova vida permanece uma comunidade com uma identidade muito própria, feita de trabalho, resistência e memória mineira.
Quem conhece a Mina de São Domingos?
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🌞 Bom dia, Guedelhas
No interior de Almodôvar, Guedelhas é uma pequena aldeia com cerca de 60 habitantes, terra de campos e montes, integrada numa paisagem onde a serra começa a ganhar presença. O nome deixa uma pergunta interessante. “Guedelha” significa uma madeixa ou porção de cabelo comprido e despenteado. Será que o topónimo nasceu daí, de alguma característica da paisagem ou de uma antiga alcunha? A origem específica do nome da localidade não aparece documentada nas fontes que procuramos.
Quem é de Guedelhas sabe de onde vem este nome?
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No interior de Almodôvar, Guedelhas é uma pequena aldeia com cerca de 60 habitantes, terra de campos e montes, integrada numa paisagem onde a serra começa a ganhar presença. O nome deixa uma pergunta interessante. “Guedelha” significa uma madeixa ou porção de cabelo comprido e despenteado. Será que o topónimo nasceu daí, de alguma característica da paisagem ou de uma antiga alcunha? A origem específica do nome da localidade não aparece documentada nas fontes que procuramos.
Quem é de Guedelhas sabe de onde vem este nome?
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🌞 Bom dia, Padrão
A poucos quilómetros da cidade, Padrão é um daqueles lugares onde o campo começa praticamente à porta de Beja. Pequeno, com cerca de meia centena de habitantes, mantém a escala de um monte rural, mas a sua ocupação é muito mais antiga do que a dimensão atual poderia fazer pensar.
A própria documentação de planeamento do município identifica o Monte Padrão como um assentamento urbano consolidado desde tempos imemoriais, integrado na freguesia de Nossa Senhora das Neves.
É essa proximidade que dá a Padrão uma característica muito própria: suficientemente perto da cidade para lhe sentir a influência, mas ainda com o campo, os horizontes abertos e o ritmo rural à porta de casa.
Quem conhece Padrão e ainda vê aqui o monte que Beja tinha mesmo ao lado?
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A poucos quilómetros da cidade, Padrão é um daqueles lugares onde o campo começa praticamente à porta de Beja. Pequeno, com cerca de meia centena de habitantes, mantém a escala de um monte rural, mas a sua ocupação é muito mais antiga do que a dimensão atual poderia fazer pensar.
A própria documentação de planeamento do município identifica o Monte Padrão como um assentamento urbano consolidado desde tempos imemoriais, integrado na freguesia de Nossa Senhora das Neves.
É essa proximidade que dá a Padrão uma característica muito própria: suficientemente perto da cidade para lhe sentir a influência, mas ainda com o campo, os horizontes abertos e o ritmo rural à porta de casa.
Quem conhece Padrão e ainda vê aqui o monte que Beja tinha mesmo ao lado?
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🌞 Bom dia, Álamo
Na margem direita do Guadiana, a cerca de 13 quilómetros de Mértola, Álamo é uma pequena terra onde a paisagem e os caminhos antigos se encontram. A Grande Rota do Guadiana aproxima-se por este território, ligando o interior de Mértola aos caminhos que acompanham o grande rio.
O Álamo de Mértola vale por si: uma pequena terra de passagem, junto à estrada nacional, num dos territórios mais profundos e com espaço amplo do concelho.
Quem conhece o Álamo e sabe contar-nos as histórias deste lugar junto ao Guadiana?
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Na margem direita do Guadiana, a cerca de 13 quilómetros de Mértola, Álamo é uma pequena terra onde a paisagem e os caminhos antigos se encontram. A Grande Rota do Guadiana aproxima-se por este território, ligando o interior de Mértola aos caminhos que acompanham o grande rio.
O Álamo de Mértola vale por si: uma pequena terra de passagem, junto à estrada nacional, num dos territórios mais profundos e com espaço amplo do concelho.
Quem conhece o Álamo e sabe contar-nos as histórias deste lugar junto ao Guadiana?
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